RELAÇÃO DE SERVIÇOS E PREÇOS - VHS PARA DVD

Até 2 horas de gravação em Fitas VHS (grande) ou VHS - C ( Que utiliza adaptador) = R$80,00. Muitas Horas de Gravação em Fitas VHS (grande) ou VHS-C = 30 reais a hora Até 2 hora de gravação em Fitas 8 mm (só roda na filmadora - não há adaptador) = R$100,00. Muitas horas de gravação em fitas 8mm, 50 Reais a hora Obs. Mesmo que a fita tenha menos que 1 hora de gravação (15 minutos por exemplo) cobramos por 1 hora pois o material utilizado para a gravação do DVD é o mesmo. Descontos a combinar para grande quantidade de gravação. Opção de se colocar cada fita em um DVD ou várias gravações (fitas) em um único DVD num total de até 3 horas para se manter a qualidade. Conserto de fita rompida = R$30,00 Rebobinagem de fita emperrada com troca de cartucho = R$30,00

DIGITALIZAÇÃO DE K7 PARA CD

Copiamos suas fitas cassete para CD através de Sistema Digital. O trabalho inclui a remasterização do áudio onde são removidos os ruídos e chiados do som original. Também é feita a equalização do áudio para que se tenha maior nitidez e qualidade sonora. Esse trabalho é aconselhável para o caso de gravações raras ou não encontradas a venda em CDs tais como gravações domésticas, aulas, palestras, etc.O formato de gravação pode ser: WAV, MP3, entre outros. Preço: R$ 50.00 por fita K-7 ou 1 hora de gravação. Incluimos a caixa acrílica ( case) com uma capa contendo a impressão do conteúdo do cd.

DIGITALIZAÇÃO DE LPs (discos) PARA CD

Copiamos seus discos de vinil para CD através de Sistema Digital. O trabalho inclui a remasterização do áudio onde são removidos os ruídos e chiados do som original. Também é feita a equalização do áudio para que se tenha maior nitidez e qualidade sonora. Esse trabalho é aconselhável para o caso de gravações raras ou não encontradas a venda em CDsO formato de gravação pode ser: WAV, MP3, entre outros.
Preço: R$ 50.00 por Lp ou por 14 compactos.
- Incluímos a caixa acrílica ( case) com uma capa contendo a impressão do conteúdo do cd.
- Também copiamos os áudios em Mp3 para um pen drive trazido pelo cliente (também temos pen drive).

CONVERSÃO DO SEU DVD PARA PENDRIVE

Convertemos as imagens do seu DVD para um formato compatível com a reprodução em equipamentos compatíveis com Pen drive.
Para isso é necessário que "passemos" suas imagens de vhs ou 8mm para um dvd que posteriormente terá suas imagens convertidas para o formato compatível com aparelhos que reproduzam arquivos em pen drive.
O preços desse serviço será o custo das horas do DVD mais Trinta (30) reais pela conversão.
OBS. o cliente deve trazer o pen drive da sua marca preferível com a capacidade em gigabites para armazenamento de seu vídeo.
Não cedemos o pen drive por questão de garantia do produto.
Lembramos que a maneira mais segura de armazenamento de dados, incluindo vídeos, ainda é a mídia de DVD. Pen drives e até mesmo HDs externos, por se tratar de equipamentos eletrônicos, podem deixar de funcionar com o tempo.

Convertemos também DVDs não digitalizados por nós em um formato compatível com a reprodução em aparelhos que possuem leitor de pen drive. O custo para esse serviço é de 30,00 reais por vídeo e o cliente deve trazer seu pen drive.

CONVERTA OS VÍDEOS FEITOS NO SEU CELULAR EM UM CLIPE E GRAVADO EM DVD.

Aqueles vídeos que comumente você faz no celular, se não “salvos” em um CD ou DVD, correm o risco de se perderem. Se seu celular ou o chip do mesmo der defeito ou mesmo se seu celular se perder ou ser roubado, todas as informações contidas nele também estarão perdidas.

Evite essa perda irreparável copiando essas imagens para um DVD que é o modo mais seguro de se armazenar dados.

Fazemos esse trabalho de duas maneiras (conforme escolha do cliente):

1 – Simplesmente copiamos os vídeos do cliente (como estão) em um DVD no formato de arquivo. Mas ele pode ser visto em computadores e aparelhos de home theater ou Bu-ray.

- Como deve ser feito? O cliente traz em um pen-drive seus vídeos ou fotos e nós fazemos o nosso trabalho.

- Qual o custo? 50,00 reais por pen drive de até 4,5Gb.

- O que o cliente leva? – Um DVD contendo seus vídeos em uma caixa (case) onde é impressa a relação de seus vídeos.

2 – Fazemos um clipe com seus vídeos e copiamos em um DVD no formato que pode ser visto em qualquer aparelho reprodutor de DVD.

- Como deve ser feito? – O cliente traz em um pen-drive seus vídeos ou fotos e nós fazemos nosso trabalho que se resume no seguinte:

. Colocamos os vídeos ou fotos em uma sequência, colocando uma abertura, efeitos de passagens entre os diferentes vídeos e tudo isso com fundo musical da preferência do cliente.

- Qual o custo? 200,00 reais por até 4,5Gb de imagens.

- O que cliente leva? – Um DVD com um clipe contendo seus vídeos com efeitos de passagens entre os diferentes vídeos, com fundo musical que pode ser rodado em qualquer aparelho de DVD ou BU-RAY e leva ainda outro DVD contendo seus vídeos guardados em forma de arquivos para que sejam guardados com a garantia que suas imagens jamais serão perdidas (desde que se conserve o DVD logicamente).

OBS: Caso o cliente não tenha como copiar suas imagens para um pen-drive, o mesmo poderá trazer seu celular (com bateria carregada) e o cabo para que possamos copiar as imagens para nossos aparelhos. Fazemos isso na presença do cliente e em seguida devolvemos seu aparelho celular. Para isso há necessidade de se agendar o dia e a hora.


CONHEÇA NOSSO TRABALHO

18 de fev. de 2009

SAIBA TUDO SOBRE DVD

DVD: Digital Video Disc

Diferença entre o DVD-Video e DVD-R, respectivamente.

Tipo de mídia: Disco óptico
Uso em: Armazenamento de dados, áudio, vídeo e jogos
Capacidade: 4.7 GB (single-layer) 8.54 GB (dual-layer)
Mecanismo de leitura: Laser 650 nm, 1350 KB/s (1x)
Mecanismo de escrita: 1350 kB/s (1×)
Desenvolvido por: Toshiba, Philips, Sony
Dimensões: 12 cm de diâmetro
Sucedido por: HD-DVD, Disco Blu-ray
DVD (abreviação de Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc, em português, Disco Digital de Vídeo ou Disco Digital Versátil). Contém informações digitais, tendo uma maior capacidade de armazenamento que o CD, devido a uma tecnologia óptica superior, além de padrões melhorados de compressão de dados. O DVD foi criado no ano de 1995.

História

Modo como o Linux apresenta a estrutura de arquivos de um DVD-Vídeo.
No início de 1990 dois tipos de discos-ópticos de alta capacidade estavam em desenvolvimento: um era o MultiMedia Compact Disc (MMCD), liderado pela Philips e Sony, e o outro era o Super Density Disc (SD), patrocinado pela Toshiba, Time-Warner, Matsushita Electric (Panasonic), Hitachi, Mitsubishi, Pioneer, Thomson e JVC. O presidente da IBM , Lou Gerstner, tinha a proposta de unir os dois sistemas, evitando a repetição dos problemas da década de 1980, com os videocassetes dos formatos VHS e Betamax.
Philips e Sony abandonaram o formato MMCD e concordaram o formato da Toshiba com duas modificações referentes a tecnologia implicada. A primeira foi a geometria que permitisse o "push-pull" (pular) das faixas (assim como no CD, você pula de uma música para outra, já no videocassete você não tem como fazer isso rapidamente), que era uma tecnologia conjunta da Philips-Sony. A segunda era adoção do sistema Philips EFMPlus. O EFMPlus, foi criado por Kees A. Schouhamer Immink, que também criou o EFM: é 6% menos eficiente que o sistema SD da Toshiba, o que resultou numa capacidade de 4,7GB ao invés dos originais 5GB do SD. A grande vantagem do EFMPlus é sua grande resiliência e resistência a intempéries tais como arranhões e impressões digitais. O resultado foi o DVD 1.5, anunciado ao público em 1995 e terminado em setembro de 1996. Em maio de 1997, o Consórcio DVD mudou para Fórum DVD, que é aberto a todas as companhias (não somente a Philips, Sony e Toshiba).
Os primeiros DVD Players (leitores de DVD) e discos estavam disponíveis em Novembro de 1996 no Japão, Março de 1997 nos Estados Unidos, 1998 na Europa e 1999 na Austrália. No Brasil a tecnologia começou a ganhar força em 2002 e 2003. O primeiro filme em DVD lançado nos Estados Unidos foi o Twister em 1996. O filme foi um teste para o Surround Sound 2.1. No Brasil, o primeiro DVD de filme foi Era uma vez na América, da FlashStar lançado em 1998. Em 1999 o preço dos DVD Players baixou para US$300 (dólares). A rede de supermercados Wal-Mart começou a vender DVD Players mesmo tendo pouca procura em comparação com os vídeos VHS, mas logo outras lojas seguiram o Wal-Mart e o DVD rapidamente se tornou popular nos Estados Unidos. Devido à desvalorização da moeda brasileira em relação aos dólares e à demora na decisão sobre a região a ser adotada no Brasil, bem como outros fatores, o DVD só se popularizou no Brasil em 2003, tomando quase 80% do mercado de vídeos. Um atraso de quase um ano, segundo fabricantes do setor.
Informações técnicas
Os DVDs possuem por padrão a capacidade de armazenar 4,7 GB de dados, enquanto que um CD armazena em média de 700 MB. Os chamados DVDs de dual-layer (dupla camada) podem armazenar até 8,5 GB. Apesar da capacidade nominal do DVD comum gravável, é possível apenas gravar 4.484 MB de informações, e com o tamanho máximo de cada arquivo de 1 GB numa gravação normal. O tamanho máximo de arquivo varia conforme o tipo de gravação: UDF, ISO normal, DVD-video etc. Por exemplo, para gravar um arquivo com cerca de 2 GB, é necessário escolher a opção UDF mode. Apresenta resolução de 500 linhas (horizontais). A qualidade de imagem e som do DVD são bem superiores as das fitas de video VHS.[1].
Estrutura dos arquivos
Observando as extensões dos arquivos num sistema operacional podemos observar:
Arquivos *.IFO (de informação) são scripts sobre "como" rodar o DVD;
Arquivos *.BUP são backups dos *.IFO;
Arquivos *.PUO são de operações proibidas ao utilizador e geralmente são removidos quando ripamos (nomenclatura usada quando convertemos um DVD para arquivo de computador);
Arquivos *.VOB (de objeto visual) contém todo o filme, menu, extras, idiomas, e legendas, através de uma multiplexação.
Capacidade do DVD


Uma camada (Single Layer)
Duas camadas (Dual/Double Layer)

GB GiB GB GiB

Nota: GB aqui significa gigabyte e é igual a 109 (ou 1.000.000.000 bytes). Muitos computadores irão mostrar gibibyte (GiB) igual a 230 (ou 1.073.741.824 bytes). Exemplo: um disco com capacidade de 8,5 GB irá fornecer (8.5 x 1.000.000.000) / 1.073.741.824 ≈ 7,92 GiB.
Códigos das regiões

Dado a data de lançamento de um filme variar de país para país, para evitar que o público compre um filme antes que ele seja exibido no cinema do seu país e como medida de proteção desse mercado, os editores de DVDs dividiram o mundo em seis zonas. Deste modo, por exemplo, um DVD editado na zona 1 não pode ser lido por um leitor de DVDs da zona 2. Existe, no entanto, uma grande variedade de leitores multi-zona que permitem ler o DVD, independentemente da região a que pertencer.

Número: Região

0/All: Sem codificação, lido em todas as regiões.
1: EUA, Canadá e territórios norte-americanos
2: Europa Ocidental, Groenlândia, África do Sul, Lesoto, Suazilândia, Japão, Egipto e Médio Oriente
3: Sudeste Asiático, Coréia do Sul, Macau e Hong Kong, Indonésia, Filipinas, Taiwan
4: Brasil, Austrália, Nova Zelândia, México, América Central, América do Sul
5: Rússia, países da ex-União Soviética, Europa de Leste, subcontinente indiano, Mongólia, a maior parte dos países africanos
6: República Popular da China
7: Reservado para uso futuro
8: Utlização internacional, como em aviões, cruzeiros, etc.

Tipos de DVD

DVDs graváveis permitem somente uma gravação, não sendo possível excluir nada depois, acrescentar dados é possível se o disco não for finalizado (Disk At Once), enquanto que os DVDs regraváveis permitem apagar e regravar dados.

DVDs Graváveis
DVD-R: somente permite uma gravação e pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs;
DVD+R: somente permite uma gravação, pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs e é lido mais rapidamente para backup;
DVD+R DL (dual-layer): semelhante ao DVD+R, mas que permite a gravação em dupla camada, aumentando a sua capacidade de armazenamento.
Diferença entre DVD+R e DVD-R
DVD+R e DVD-R possuem a mesma função e a mesma capacidade. Na prática, a diferença da mídia DVD-R para a DVD+R é o desempenho: discos DVD+R são lidos mais rapidamente do que discos DVD-R. Esta diferença só é sentida se você usar o disco DVD para gravar arquivos de dados, isto é, usar como uma mídia de backup. Já que para assistir filmes, o desempenho é o mesmo[2]. DVD+R só pode ser lido e gravado em gravadores DVD+R, e DVD-R só em gravadores DVD-R. Existem no mercado gravadores que conseguem gravar os dois tipos de mídia, chamados gravadores DVD±R ou dvd multi-recorder.

DVDs Regraváveis
DVD-RW: permite gravar e apagar cerca de mil vezes;
DVD+RW: é uma evolução do DVD-RW. Também permite gravar e apagar cerca de mil vezes, mas possui importantes aperfeiçoamentos, em especial uma compatibilidade muito maior com os DVD Players, a possibilidade de editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado e um sistema de controle de erros de gravação. Todos os formatos de DVD com o símbolo + (mais) são apoiados pela Dell, Hewlett-Packard, Mitsubishi/Verbatim, Philips, Ricoh, Sony, Thomson e Yamaha, através da DVD+RW Alliance[3].
DVD+RW DL: possui duas camadas de gravação, o que dobra a sua capacidade de armazenamento.
DVD-RAM: permite gravar e apagar mais de cem mil vezes. A gravação e a leitura são feitos em uma série de círculos concêntricos, um formato que se aproxima mais do que ocorre nos discos rígidos (em todos os demais tipos de DVD, e também de CD, a gravação é feita em uma única linha contínua, uma espiral que parte do centro e termina na borda externa). Daí decorre o nome "gravação aleatória" (nos demais DVDs, ela seria contínua). Permite editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado. Oferece a possibilidade de gravação e leitura simultâneas (time shift) sem o risco de apagar a gravação. Compatível com poucos leitores de DVD. Possui uma única camada de gravação. Capacidade: versão 1.0 - de 2,58 GB (um lado) a 5,16 GB (dois lados), e versão 2.0 - de 4,7 GB (um lado) e 9,4 GB (dois lados). Formato apoiado pela Hitachi, LG, Maxell, Matsushita (Panasonic), Samsung, Toshiba e JVC, através do RAM Promotion Group (RAMPRG)[4]. Em 2007, o custo do DVD-RAM é de aproximadamente quatro vezes o preço do DVD+RW, seu concorrente.

Diferença entre DVD+RW e DVD-RW
A diferença, além do que já foi dito, é que o DVD+RW suporta gravação aleatória (o que significa que é possível adicionar e remover arquivos sem a necessidade de apagar todo o disco para recomeçar), sendo mais parecido com um disco rígido removível, enquanto que o DVD-RW não (se for necessário mudar alguma coisa, será preciso limpar todo o disco e recomeçar). A desvantagem do DVD+RW é o seu custo maior.

Sucessores

Blu-ray e HD DVD
Foram lançados no mercado duas novas tecnologias para substituir o DVD, com maior capacidade de armazenamento. São os formatos Blu-ray e HD DVD. Estes formatos utilizam um disco diferente, que é gravado e reproduzido com um laser azul-violeta ao invés do tradicional vermelho. O laser azul possui um comprimento de onda menor, o que permite o traçado de uma espiral maior no disco, podendo render até 50 GB e 30 GB de capacidade no caso do Blu-ray e HD DVD, respectivamente. Os dois formatos têm suas vantagens e desvantagens: o Blu-ray tem maior capacidade de armazenamento, chegando a 25 GB com camada única ou 50 GB com dupla camada, mas seus discos, assim como os aparelhos para leitura, são mais caros para serem produzidos. O HD DVD por sua vez, é capaz de armazenar apenas 15 GB com camada única ou 30 GB com dupla camada, mas teria um custo menor de produção.
Apoiando o formato HD-DVD estavam Microsoft, Intel e Toshiba, entre outros. Do lado do Blu-ray estão Philips, Apple e Sony, entre outros. O espaço extra dessas novas tecnologias de DVD será utilizado para comportar filmes e jogos em alta definição, de acordo com esta geração de aparelhos televisores e videogames. Em 19 de Fevereiro de 2008, a Toshiba comunicou a decisão de não continuar com o desenvolvimento, fabricação e comercialização do HD DVD[5]. Sendo assim, o Blu-ray é o sucessor do DVD.

EVD e VMD

A República Popular da China lançará um padrão próprio de discos de alta resolução chamado EVD (Enhanced Versatile Disc ou Disco Versátil Reforçado, em português). Já o VMD foi criado por uma empresa inglesa, que criou um novo padrão apenas realizando otimizações no DVD onde se pode atingir 100 GB e utilizar o mesmo laser vermelho e que em custo sairia pelo mesmo preço dos DVDs convencionais.
Leitor de DVD
O leitor de DVD é um acessório doméstico capaz de reproduzir mídias no formato DVD. Alguns mais modernos reproduzem também outros formatos como CD (de música mp3 e fotos), VCD, SVCD, mini-CD, DVD-RAM e discos de dados, com por exemplo, filmes no formato *.avi (que foram compactados em DivX ou XviD). Existem ainda os "DVD-KARAOKÊ" (mesmas funções que o DVD Player normal), porém estes possuem entradas para microfones. Existem DVD Players com entradas USB para assim poder inserir algum MP3 ou MP4.



Um exemplo de leitor de DVD.


Unidade de leitura de CD (cima) e de DVD (baixo).
Também é possível visualizar DVD em computadores pessoais, usando uma unidade de leitura de DVD, e um software ou programa tocador de DVD, como por exemplo o Windows Media Player , WinDVD ou PowerDVD, para o sistema operacional Windows, e mplayer, vlc, xine ou totem para os sistemas GNU/Linux e derivados do BSD.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

EXTENSÃO DOS VÍDEOS

AVI
Áudio Vídeo Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele
define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro, sem especificar um codec.

MPEG
É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão:
MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS)
MPEG4 e vários padrões de áudio - entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo
MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.

OGM
Pode ser usado a uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio,
todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.

WMV/WMA
Formato proprietário da Microsoft para áudio e vídeo no PC. É baseado em uma coleção
de codecs que podem ser usados pelo Windows Media Player para reproduzir arquivos
codificados em vários formatos.

RM/RA/RMVB
É o formato proprietário da Real Networks, uma das principais adversárias da Microsoft
no segmento de multimídia online. É um novo formato de vídeo, cuja sigla significa
Real Media Variable Bitrate.Usando um Bitrate variável, esse tipo de filme consegue
boa qualidade com um tamanho de arquivo menor do que o do Divx.
Estes vídeos necessitam do "CODEC" do Real Alternative ou a instalação do Real
Player.

MOV
Formato criado pela Apple para o Quicktime, o seu programa de multimídia - também
disponível para Windows.

ASF
Advanced Streaming Format.
Esta é a resposta da Microsoft à Real Media e a qualquer tipo de media streaming.

VP7
a On2 publicou a versão 7 do seu famoso codec vídeo batizado de VP7. Desta forma a
On2 espera poder combater os outros codecs, tais como o WMV9, o Real 10, o Nero
Digital, o DivX ou ainda o MPEG4 H.264.

H.264
O QuickTime 7 apresenta um avançado recurso de codificação de vídeo chamado
H.264, que oferece uma qualidade impressionante com taxas de dados muito baixas.
Ratificado como parte do padrão MPEG-4 (MPEG-4 Part 10), essa tecnologia ultra-
eficiente oferece resultados excelentes através de uma grande variedade de largura de
banda, de 3G para aparelhos móveis passando pelo iChat AV para videoconferência até
HD para transmissões e DVDs.
Qualidade Massiva, Arquivos Mínimos
O H.264 utiliza a última inovação em tecnologia de compressão de vídeo para oferecer
uma incrível qualidade a partir da menor quantidade de dados de vídeo. Isso significa
que você assiste à vídeos com definição e clareza em arquivos muito menores,
poupando largura de banda e custos de armazenamento, em comparação às gerações
anteriores de codificadores de vídeo. O H.264 apresenta a mesma qualidade que o
MPEG-2, com um terço ou metade de taxa de dados, e até quarto vezes o tamanho do
frame do MPEG-4 Part 2, com a mesma taxa de dados. O H.264 é realmente um
espetáculo para ser visto.
Ajustável de 3G para HD e Além
O H.264 alcança a melhor e mais eficiente compressão para uma grande variedade de
aplicativos, como broadcast, DVD, videoconferência, vídeo em demanda, transmissão e
mensagens multimídia. Fiel ao seu design avançado, o H.264 oferece uma excelente
qualidade através da uma grande escala operacional, de 3G a HD e tudo o que estiver no meio. Se você precisa de alta qualidade de vídeo para o seu telefone celular, iChat, Internet, broadcast ou transmissão via satélite, o H.264 proporciona uma performance excepcional com taxas de dados realmente baixas.

MODO DE GRAVAÇÃO EM CDS E DVDS

VCD
É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352x240 (NTSC). VCD's são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD's e SVCD's são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.

SVCD
SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis
até 2500kbits em uma definição de 480x480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.

XVCD/XSVCD
Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de
melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de encontrar.

CVD
O CVD é uma combinação dos formatos VCD e SVCD, e é suportado geralmente por uma maioria de players de DVD. Suporta as bit-rates MPEG2 de SVCD, mas o uso de uma definição de 352x480(ntsc) como a definição horizontal são geralmente mais menos importantes. Atualmente nenhum grupo libera produtos no formato CVD.

KVCD
É uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos
com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações
que geram vídeos de 528x480 (NTSC) e 528x576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352x240 (NTSC) ou 352x288 (PAL), é possível "encodar" vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.

KDVD
Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720x480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352x480 no meso DVD.

TERMOS PARA CONVERSÃO

Bitrate
Bitrate está diretamente ligado à nitidez (qualidade) do filme/música. Quer dizer que em formatos de compressão de áudio e vídeo como MPEG3 e MPEG4, quanto maior for o
bitrate mais vezes por segundo o som ou filme original estará sendo reproduzido. O
bitrate pode variar, sendo que taxas mais altas de bitrate criam som/vídeo de melhor
qualidade.

Frame
A fonte básica de um filme. Uma frame representa uma foto. Um filme utiliza geralmente 24 frames por segundo (dobro da quantidade de fotos necessárias passadas
constantemente na sua frente para se obter noção de movimento). Imagine um desenho,
onde uma moto está na direita do vídeo, ao passar as frames a moto vai se movimentando para a esquerda.

FPS
Definição de Frames per Second, ou frames por segundo. Ajuda bastante saber isso na
hora de converter legendas ou procurá-las na internet.

VBR
Bitrate Variável. É possível "encodar" áudio e vídeo com bitrate variável, o que não usa o mesmo bitrate para o arquivo inteiro (como no CBR = Bitrate Constante). Partes mais complicadas do vídeo/áudio vão receber mais bitrate para que a aparência/sonoridade seja melhor, e assim como partes menos complicadas irão receber menos bitrate. Geralmente arquivos com VBR são melhores que outros que contém CBR.

CODECS DE ÁUDIO E VÍDEO

CODEC
É a abreviação de COder/DECoder ou codificador/decodificador. Equipamento ou programa que converte os sinais analógicos de som, voz e vídeo em sinais digitais e
vice-versa. São exemplos de codecs: DivX, XviD (vídeo) e MP3/AC3 (som).

CODECS DE VÍDEO

DivX / XviD
Dois codecs de última geração sendo o DivX mais antigo. Estão baseados no formato de
compressão MPEG-4, compressão de vídeo de alta qualidade. Alguns chamam o MPEG-4 de "MP3 do vídeo". Com os arquivos em DivX você poderá assistir os filmes com qualidade de DVD som de CD, no seu PC. XVid já possui uma tecnologia melhor que o DivX, portanto necessita de PCs mais potentes para rodar. XViD é melhor que o DivX.

CODECS DE ÁUDIO

AC3
É uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528x480 (NTSC) e 528x576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352x240 (NTSC) ou 352x288 (PAL), é possível "encodar" vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min. Esse codec e conhecido como Áudio Coding 3, é melhor que o Mp3 e é sinônimo para o Dolby Digital hoje em dia. Utilizado em alguns filmes com mais de 2 CDs, devido ao seu tamanho maior.

AAC
Advanced Áudio Coding, será o sucessor do AC3. É baseado no AC3, mas acrescenta
uma variedade de melhorias em diversas áreas. Atualmente é difícil encontrar um player ou hardware que suportem esse novo formato de áudio.

FORMATOS DE VÍDEOS COLOCADOS PARA DOWNLOAD NA INTERNET

CAM

O CAM é um "rip" feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é
usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem
tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM ão
deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o
microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser
muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.

TELESYNC (TS)

Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa
de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou
da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de
imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o
filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.

TELECINE (TC)

Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem
costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine
são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto,
apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com
TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme SCREENER (SCR)Uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior
desvantagem é um “ticker” (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com
os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes.

R5

R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir
com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são transferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são
lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de
outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição ".LINE" para distinguir daqueles
que possuem o áudio do original. A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de ".R5" e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.

DVD-SCREENER (DVDscr)

Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel)possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o “ripador” tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom.
Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.

DVDRip

Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes
mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente.
DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.

VHSRip

Feitos de VHS de venda e/ou aluguel, sendo a sua maioria os lançamentos de filmes de
esportes e de XXX.

TVRip

Episódios de TV que são de redes (capturados usando cabos digitais/satélite) ou de
“PRE-AIR”, que usam as fontes de satélites que mandam o programa pelas redes com
alguns dias de antecedências.

PDTV/HDTV

Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.

WORKPRINT (WP)

Um workprint é uma cópia do filme que ainda não foi finalizado. Pode conter cenas
faltando, música, e a qualidade pode variar de excelente a muito ruim. Alguns WPs são
diferentes da versão final (Homens de Preto está faltando todos os aliens e tem figurantes em seus lugares) e alguns tem cenas extras (Jay and Silent Bob). WPs podem
ser boas aquisições para a coleção uma vez que já tenha em mãos a versão final.

DivX Reenc

Um DivX re-enc é um filme que foi retirado do VCD e reencodado num pequeno arquivo DivX. Normalmente são encontrados nos compartilhadores, e são renomeados como filme.Nome.Grupo(1of2). Grupos famosos são SMR e TMD. Esse formato não vale o download, a menos que você esteja incerto sobre um filme e quer apenas uma
versão de 300MB.

Watermarks

Muitos filmes vem de Asian Silvers/PDVD (veja abaixo) e esses são marcados pelo pessoal responsável. Usualmente com uma inicial ou um pequeno logo, geralmente num
dos cantos. Os mais famosos são as marcas d'água "Z" "A" e "Globe".

STV

Filmes ripados de DVD que nunca foram para o cinema, caíram direto para as locadoras
e TVs.

WorkPrint

Um WorkPrint é uma cópia da película que não foi terminada. Pode ter cenas incompletas, músicas e a qualidade pode variar. Algum WPs é muito diferente de cópia
final e outro pode conter cenas extra. WPs pode ser agradáveis à coleção. Hoje em dia, muitas ADD (adicionais) de DVD, contém essas cenas que são cortadas do filme final.

Limited

Seria um determinado filme que apenas fora exibido para uma parcela da população.
Geralmente são convidados entre outros. Os filmes que saem em Limited são releases DVD-Rip.

REPACK/RERIP

Se um grupo lança um rip ruim, eles irão re-lançá-lo, o qual virá com os problemas
corrigidos.

NUKED

Um rip pode ser "NUKADA", banida por diversas razões. Se o grupo lançar como
TeleSyncs, por exemplo, e não tem nada de "TeleSyncs", ou o filme tem uma diferença
na qualidade do áudio, outro exemplo, a partir de X minutos de filme. Então o nuke
global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido, por má qualidade por exemplo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão, eles podem requisitar um nuke.

Razões para o NUKE

BAD A/R - Relação de aspecto, distorção do filme. Personagens aparecem muito largos
ou finos.
BAD IVTC - Processo de inversão telecine, conversão de framerates está incorreto.

BAD FPS - Não segue o padrão de quadros por segundo vigente.

INTERLACED - Linhas pretas no movimento como a ordem do campo estão incorretas
PROPER
Se algum filme for relançado com a mesma fonte (TC, TS, etc.), mas por um grupo
diferente e com qualidade de áudio e/ou vídeo superiores, o filme recebe a tag.

PROPER

Todo o PROPER deve conter suas razões no .nfo do filme.
Um exemplo de PROPER é o Casino.Royale.TC.PROPER.READNFO.xVID-LRC, que tem uma qualidade melhor que os outros releases.

DVD-R5

O R5 é feito através de um DVD dublado em chinês , russo , coreano ... ou seja , região dos DVDs , por isso R5. Os profissionais pegam o DVD dublado nesta região ,
retiram o áudio e colocam o áudio original do filme gravado no cinema . Por isso muita gente diz que o R5 é quase um DVD , pois na verdade é um DVDRip com áudio
transformado. Portanto você pode confiar na boa em um release R5 pois tem imagem de
DVD e o som MUITO parecido com o de DVD.

UNRATED

Muitos release vem com a sigla unrated , por exemplo :
Dead.Silence.UNRATED.XVid-Replica . Este termo significa versão estendida . Este
release tem cenas adicionais , é a versão sem corte , ou a versão do diretor.

Asian Silvers / PDVD

São produzidos por contrabandistas e são comprados por alguns grupos que vendem
como se fossem deles. Silvers são baratos e facilmente encontrados em muitos países, e é fácil sair um release, e é o motivo de ter tantos por aí no momento, principalmente de grupos pequenos que não duram mais que alguns lançamentos. PDVDs são a mesma coisa, mas postos num DVD. Eles têm legendas à parte, e a qualidade usualmente é melhor que os silvers. São ripados como um DVD normal, mas são lançados como VCD normalmente

XXX

Caso apareça XXX no início do nome do filme a ser baixado, isso significa que conteúdo é pornográfico.